
Bom...
Eu não sei bem o que eu quero escrever... Na verdade nem sei se quero aqui escrever, por que nem sei se tenho algo a escrever. Me veio à cabeça o título “suspiro da felicidade”. O que isso quer dizer nem eu mesma sei ainda. Isso parece meio que idiota, ou na verdade não é idiota, pode ser o início de uma bela história. Isso só depende de mim...
Por enquanto vai continuar dependendo porque ainda não descobri o que pretendo escrevendo essas linhas. Pode ser uma espécie de distração, pode ser eu mesma querendo me dizer algo (estranho), pode ser que a falta do que fazer me transtornou e me fez buscar algo que não sei o que é. Hipóteses não me faltam.
Um parágrafo inteiro já se foi e nada ainda fiz para merecer esse título. O mais irônico de tudo é o fato de eu continuar escrevendo. Acabo eu mesma me constrangendo ao ponto de quando não estou escrevendo essas vagas palavras (ainda não dei um sentido muito menos uma direção digna do título), estou maquinando idéias sobrenaturais ou até mais que mirabolantes com minha singela mente que não consegue aquietar-se por um “fiapo” de segundo que seja.
Dois parágrafos se foram e ainda não disse a que vim. Cometo eu, convicta disso, aquele simples erro humano da busca da perfeição.
Depois desse blá blá blá todo, consegui ao menos uma conclusão, logo entendo o que significa esse tal suspiro.
Esse suspiro no final das contas “não me pertence”. ELE É SEU. Sim, Seu! Suspiro que você vai dar ao descobrir que cheguei ao final do texto e não escrevi a “bela história”, mas pelo menos achei o tal suspiro.
Eu não sei bem o que eu quero escrever... Na verdade nem sei se quero aqui escrever, por que nem sei se tenho algo a escrever. Me veio à cabeça o título “suspiro da felicidade”. O que isso quer dizer nem eu mesma sei ainda. Isso parece meio que idiota, ou na verdade não é idiota, pode ser o início de uma bela história. Isso só depende de mim...
Por enquanto vai continuar dependendo porque ainda não descobri o que pretendo escrevendo essas linhas. Pode ser uma espécie de distração, pode ser eu mesma querendo me dizer algo (estranho), pode ser que a falta do que fazer me transtornou e me fez buscar algo que não sei o que é. Hipóteses não me faltam.
Um parágrafo inteiro já se foi e nada ainda fiz para merecer esse título. O mais irônico de tudo é o fato de eu continuar escrevendo. Acabo eu mesma me constrangendo ao ponto de quando não estou escrevendo essas vagas palavras (ainda não dei um sentido muito menos uma direção digna do título), estou maquinando idéias sobrenaturais ou até mais que mirabolantes com minha singela mente que não consegue aquietar-se por um “fiapo” de segundo que seja.
Dois parágrafos se foram e ainda não disse a que vim. Cometo eu, convicta disso, aquele simples erro humano da busca da perfeição.
Depois desse blá blá blá todo, consegui ao menos uma conclusão, logo entendo o que significa esse tal suspiro.
Esse suspiro no final das contas “não me pertence”. ELE É SEU. Sim, Seu! Suspiro que você vai dar ao descobrir que cheguei ao final do texto e não escrevi a “bela história”, mas pelo menos achei o tal suspiro.